Ai, agente foi pra cidade de Lancaster sabado passado. A cidade fica a mais ou menos uns 40 minutos daqui. Fomos pra a Caminhada de Arte do Outono. Willow e Heidi que passaram um tempo ai em Salvador, Bahia, Brasil, estavam por la com o grupo de capoeira delas. Gente, chegar em Lancaster, no meio da Pennsylvania, uma cidade habitada pelo povo Amish
-Como os Mennonitas, os Amish são descendentes dos grupos suíços de anabatistas chamados de Reforma radical. O Anabatistas suíços ou "os irmãos suíços" tiveram suas origens com Felix Manz (ca. 1498-1527) e Conrad Grebel (ca.1498-1526). O nome "Mennonita" foi aplicado mais tarde e veio de Menno Simons (1496-1561). Simons era um padre católico holandês que se converteu ao Anabatismo em 1536. O movimento Amish começou com Jacob Amman (c. 1656 - c. 1730), um líder suíço dos Mennonitas que acreditava que estes estavam se afastando dos ensinos de Simons. Amish é um grupo religioso cristão anabatista baseado nos Estados Unidos e Canadá. São conhecidos por seus costumes conservadores, como o uso restrito de equipamentos eletrônicos, inclusive telefones e automóveis e 1632 da Confissão de Fé de Dordrecht, particularmente a prática de excomungar os membros excluídos que não seguiam as regras da igreja. Essa postura estrita trouxe uma divisão ao movimento Mennonita em 1693 e levou ao estabelecimento dos Amish-
e ouvir o som da Bahia enquanto estaciono ocarro eh de arrepiar o cabelo da cabeca.
Chorei, nao vou mentir. Chorei de emocao, de saudade, de orgulho de ser quem eu sou; soteropolitana, baiana,brasileira... E eu nao sou a unica com esse orgulho todo. Ate quem nao eh tudo isso, sente orgulho tambem. E mostram a nossa bandeira, no carro, no corpo-
Willow e Heidi, mae e filha, tem a nossa bandeira tatuada nas costas- e alguns amigos delas que por la estavam cantaram com orgulho, sobre o orgulho de nao serem, mas serem BRASILEIROS!!
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Orgulho de todos de serem tudo
Assinar:
Postar comentários (Atom)
As mais lidas
-
Ai como e bom estar na praia, sentir o cheiro do mar, cair na agua, deitar na areia, curtir o sol... Melhor ainda quando se faz tudo isso ac...
-
Mesmo com nosso nenên ainda no meu ventre já me sinto mãe. E como me sinto! É até dificil de explicar esse sentimento. Sinto a felicidade co...
-
Com o comeco (odeio a falta do cedilha-ja tentei configurar pra o portugues mas nao tem jeito) do mes (agora falta o circunflexo)... Bom dei...
-
E com quem sera que Melinda Lua vai parecer? Olhos de Mônica, nariz de Jeff. Boca de Jeff ou de Mônica? E o cabelo? E Será que vai ser more...
-
Uma parte enorme do meu coracao ficou ai! Veio uma parte comigo tambem, que apesar do frio congelante, se mantem cheia de calor...E que venh...
De outrora
-
►
2015
(2)
- ► fevereiro 2015 (1)
- ► janeiro 2015 (1)
-
►
2011
(13)
- ► julho 2011 (2)
- ► junho 2011 (1)
- ► abril 2011 (1)
- ► março 2011 (3)
- ► fevereiro 2011 (5)
-
►
2010
(14)
- ► novembro 2010 (2)
- ► outubro 2010 (2)
- ► setembro 2010 (1)
- ► julho 2010 (1)
- ► junho 2010 (2)
- ► abril 2010 (1)
- ► março 2010 (1)
- ► fevereiro 2010 (1)
- ► janeiro 2010 (2)
-
►
2009
(30)
- ► dezembro 2009 (3)
- ► novembro 2009 (1)
- ► outubro 2009 (4)
- ► setembro 2009 (1)
- ► agosto 2009 (1)
- ► julho 2009 (3)
- ► junho 2009 (3)
- ► março 2009 (6)
- ► fevereiro 2009 (3)
- ► janeiro 2009 (1)
-
▼
2008
(13)
- ► dezembro 2008 (1)
- ► novembro 2008 (2)
- ▼ outubro 2008 (3)
- ► setembro 2008 (1)
- ► agosto 2008 (3)
- ► julho 2008 (3)
Quem sou eu
- Mônica
- Harrisburg, Pa, United States
- Brasileiríssima, Baianérrima de Salvador. Vivendo a 12 anos da cidade de Harrisburg, na Pennsylvania, EUA. Esposa de Jeffinho e mae de Melinda Lua, a menina mais linda do sistema solar. Feliz da vida!!!
Até eu me arrepiei só de imaginar a emoção... que massa.
ResponderExcluiro video e super legal! O saudade da terrinha...
ResponderExcluirDe tudo ficam três coisas:
ResponderExcluirA certeza de que estamos sempre começando...
A certeza de que precisamos continuar...
E a certeza de que seremos interrompidos
Antes de terminar. Portanto, devemos:
Fazer da interrupção um caminho novo...
Da queda, um passo de dança...
Do medo, uma escada...
Do sonho, uma ponte...
E da procura... Um encontro!'
FERNANDO PESSOA
Saber desse orgulho todo só me faz refletir sobre a minha paixão de ser baiana e também saber que estou aqui e também posso me declarar!!!
ResponderExcluirBeijos e saudades de todas!!!!
FELIZ NIVER INDYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYY!!!!!
ResponderExcluirCade ela?
O que vontade de tomar umas, duas, ou "vintes" com ela hoje.
Todo amor do mundo pra ti, negona linda!
Oh meu amor obrigada!!!
ResponderExcluirContando os minutos, viu?
Amo vc.
Indy
Criando um Monstro
ResponderExcluirO que pode criar um monstro?
O que leva um rapaz de 22 anos a estragar a própria vida e a vida de outras duas jovens por... Nada?
Será que é índole?
Talvez, a mídia?
A influência da televisão?
A situação social da violência? Traumas? Raiva contida? Deficiência social ou mental?
Permissividade da sociedade?
O que faz alguém achar que pode comprar armas de fogo, entrar na casa de uma família, fazer reféns, assustar e desalojar vizinhos, ocupar a polícia por mais de 100 horas e atirar em duas pessoas inocentes?
O rapaz deu a resposta: 'ela não quis falar comigo'. A garota disse Não, não quero mais falar com você. E o garoto, dizendo que ama, não aceitou um não. Seu desejo era mais importante.
Não quero ser comparado como um desses psicólogos de araque que infestam os programas vespertinos de televisão, que explicam tudo de maneira muito simplista e fala descontextualizadamente sobre a vida dos outros sem serem chamados.
Mas ontem, enquanto não conseguia dormir pensando nesse absurdo todo, pensei que o não da menina Eloá foi o único. Faltaram muitos outros nãos nessa história toda.
Faltou um pai e uma mãe dizerem que a filha de 12 anos NÃO podia namorar um rapaz de 19.
Faltou uma outra mãe dizer que NÃO iria sucumbir ao medo e ir lá tirar o filho do tal apartamento a puxões de orelha.
Faltou outros pais dizerem que NÃO iriam atender ao pedido de um policial maluco de deixar a filha voltar para o cativeiro de onde, com sorte, já tinha escapado com vida.
Faltou à polícia dizer NÃO ao próprio planejamento errôneo de mandar a garota de volta pra lá.
Faltou o governo dizer NÃO ao sensacionalismo da imprensa em torno do caso, que permitiu que o tal sequestrador conversasse e chorasse compulsivamente em todos os programas de TV que o procuraram.
Simples assim. NÃO. Pelo jeito, a única que disse não nessa história foi punida com uma bala na cabeça.
O mundo está carente de nãos. Vejo que cada vez mais os pais e professores morrem de medo de dizer não às crianças.
Mulheres ainda têm medo de dizer não aos maridos (e alguns maridos, temem dizer não às esposas).
Pessoas têm medo de dizer não aos amigos. Noras que não conseguem dizer não às sogras, chefes que não dizem não aos subordinados, gente que não consegue dizer não aos próprios desejos. E assim são criados alguns monstros. Talvez alguns não cheguem a sequestrar pessoas. Mas têm pequenos surtos quando escutam um não, seja do guarda de trânsito, do chefe, do professor, da namorada, do gerente do banco. Essas pessoas acabam crendo que abusar é normal. E é legal.
Os pais dizem, 'não posso traumatizar meu filho'. E não é raro eu ver alguns tomando tapas de bebês com 1 ou 2 anos. Outros gastam o que não têm em brinquedos todos os dias e festas de aniversário faraônicas para suas crias.
Sem falar nos adolescentes. Hoje em dia, é difícil ouvir alguém dizer não, você não pode bater no seu amiguinho. Não, você não vai assistir a uma novela feita para adultos. Não, você não vai fumar maconha enquanto for contra a lei. Não, você não vai passar a madrugada na rua. Não, você não vai dirigir sem carteira de habilitação. Não, você não vai beber uma cervejinha
enquanto não fizer 18 anos. Não, essas pessoas não são companhias pra você. Não, hoje você não vai ganhar brinquedo ou comer salgadinho e chocolate. Não, aqui não é lugar para você ficar. Não, você não vai faltar na escola sem estar doente. Não, essa conversa não é pra você se meter. Não, com isto você não vai brincar. Não, hoje você está de castigo e não vai brincar no parque.
Crianças e adolescentes que crescem sem ouvir bons, justos e firmes NÃOS crescem sem saber que o mundo não é só deles. E aí, no primeiro não que a vida dá ( e a vida dá muitos ) surtam. Usam drogas. Compram armas. Transam sem camisinha. Batem em professores. Furam o pneu do carro do chefe. Chutam mendigos e prostitutas na rua. E daí por diante.
Não estou defendendo a volta da educação rígida e sem diálogo, pelo contrário. Acredito piamente que crianças e adolescentes tratados com um amor real, sem culpa, tranquilo e livre, conseguem perfeitamente entender uma sanção do pai ou da mãe, um tapa, um castigo, um não. Intuem que o amor dos adultos pelas crianças não é só prazer - é também responsabilidade. E quem ouve uns nãos de vez em quando também aprende a dizê-los quando é preciso. Acaba aprendendo que é importante dizer não a algumas pessoas que tentam abusar de nós de diversas maneiras, com respeito e firmeza, mesmo que sejam pessoas que nos amem. O não protege, ensina e prepara.
Por mais que seja difícil, eu tento dizer não aos seres humanos que cruzam o meu caminho quando acredito que é hora - e tento respeitar também os nãos que recebo. Nem sempre consigo, mas tento. Acredito que é aí que está a verdadeira prova de amor. E é também aí que está a solução para a violência cada vez mais desmedida e absurda dos nossos dias.
(Autor anônimo)
Oi pessoall, como vão as coisas, preciso falar com Mel e Indy. Fai eu já falo sempre, meninas vamos nos contactar tá!!!
ResponderExcluir